0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ronaldo Caiado virou alvo de uma ação do Ministério Público de Goiás, que o acusa de mobilizar um efetivo muito acima do previsto — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Há pouco mais de 15 dias, Ronaldo Caiado falou sem qualquer constrangimento sobre o aparato de segurança de 51 policiais militares de Goiás que fazem a escolta dele e de sua família em agendas pelo país. Tratava o assunto como “obrigação constitucional” e ainda anunciou um reforço: após a homologação de sua candidatura à Presidência, afirmou que passaria a contar também com proteção da Polícia Federal. Mas a desenvoltura durou pouco. Desde que virou alvo de uma ação do Ministério Público de Goiás, que o acusa de mobilizar um efetivo muito acima do previsto, usar a estrutura pública em benefício próprio e causar um prejuízo inicial de R$ 1,29 milhão aos cofres estaduais, Caiado não voltou a tocar no assunto. Procurado, nada diz sobre a acusação de ilegalidade e tampouco sobre os planos de contar com a proteção da PF.
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