Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de cerca de 40 metros em Limeira; polícia afirma que corda de segurança não foi presa ao equipamento da vítima 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jumping, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/06/2026 - 11:51 Justiça de SP nega habeas corpus a instrutores após morte em salto A Justiça de São Paulo negou habeas corpus a dois instrutores presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em um salto de rope jumping em Limeira. A jovem caiu de 40 metros porque a corda de segurança não foi conectada. A decisão considerou que a libertação dos suspeitos pode prejudicar as investigações. A defesa dos instrutores pretende recorrer. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A decisão manteve as prisões preventivas de Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, e Luis Felipe Egoroff, de 32. Ao rejeitar o pedido, o Judiciário considerou que a soltura dos investigados poderia representar risco à ordem pública e comprometer o andamento das investigações. A defesa dos dois informou que avalia recorrer. O terceiro preso no caso, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, é representado por outro advogado e não foi incluído no pedido de habeas corpus analisado pela Justiça. Maria Eduarda morreu no último sábado após cair de uma altura de cerca de 40 metros durante a atividade. Segundo a Polícia Civil, a corda que deveria estar conectada ao equipamento de segurança da jovem não foi presa e permaneceu enrolada na estrutura utilizada para o salto. Testemunhas ouvidas pela investigação relataram que os procedimentos de conferência dos equipamentos não teriam sido realizados antes da queda. De acordo com a polícia, o grupo responsável pela atividade não possuía empresa formalizada. Seis pessoas chegaram a ser detidas após o acidente, mas apenas os três instrutores permaneceram presos. No domingo, a Justiça converteu as prisões em flagrante em preventivas. Segundo a delegada responsável pelo caso, os investigados afirmaram não se recordar de quem era a responsabilidade de conectar a corda de segurança nem por que a checagem final deixou de ser feita antes do salto.
Justiça nega habeas corpus a dois instrutores presos por morte de jovem em salto de rope jumping em SP
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de cerca de 40 metros em Limeira; polícia afirma que corda de segurança não foi presa ao equipamento da vítima
Dois instrutores permanecem presos após morte de Maria Eduarda, 21 anos, que caiu de 40m em rope jumping sem corda de segurança presa. Protocolos não verificados e operação não formalizada expõem responsabilidade legal e empresarial em atividades de alto risco.















