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O diagnóstico está feito há muito e não apresenta sintomas de melhorias. Até se tem vindo a agravar substancialmente, nos últimos cinco anos. Todas as queixas que, em 2021, já existiam sobre o processo de gentrificação e de “turistificação” de Lisboa parecem hoje um eco gasto das denúncias sobre as causas e as consequências de um processo que tem vindo a mudar de forma radical a paisagem e a vida social da cidade. Em grande medida consequência da hipervalorização imobiliária, essa tendência tem obrigado muitas famílias e instituições a saírem da capital, dando lugar aos que têm maior poder financeiro.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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19 de Junho de 2026