Déficit comercial de bens do bloco de 27 países chegou a cerca de € 360 bilhões no ano passado, o que significa que exportações chinesas superaram amplamente as da UE 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sede do Parlamento Europeu, em Bruxelas — Foto: Thierry Monasse/Getty Images via Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 23:24 UE reforça defesa comercial para enfrentar déficit com a China A União Europeia (UE) planeja reforçar suas medidas de defesa comercial para enfrentar o aumento das exportações da China, que resultaram em um déficit comercial de € 360 bilhões. Em reunião, líderes europeus discutiram a dependência da UE em relação à China e a necessidade de reduzir riscos. A Comissão Europeia foi instruída a manter um "diálogo construtivo" com parceiros econômicos, focando em um equilíbrio pragmático nas relações internacionais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os líderes da União Europeia (UE) concordaram nesta quinta-feira que o bloco deve criar medidas de defesa comercial mais sólidas para conter o aumento das exportações chinesas, enquanto busca um "diálogo construtivo" com Pequim. Existe um consenso cada vez maior sobre a dependência excessiva que a UE tem da China, e Bruxelas teme que isso a torne vulnerável a possíveis pressões e perturbações nas cadeias de suprimentos. O déficit comercial de bens do bloco de 27 países chegou a cerca de € 360 bilhões (cerca de R$ 2,12 trilhões) no ano passado, o que significa que as exportações chinesas superaram amplamente as da UE. Durante um jantar de duas horas em Bruxelas, os líderes europeus discutiram como lidar com o desequilíbrio e se o bloco precisaria reforçar seu arsenal comercial. Após a conclusão das conversas, na madrugada desta sexta-feira (horário local, noite de quinta em Brasília), um funcionário da UE informou que os líderes instruíram a Comissão Europeia a manter "um diálogo construtivo" com seus principais parceiros econômicos, sem mencionar diretamente a China. Também pediram ao órgão executivo "que desenvolva e, no momento oportuno, complemente o conjunto de ferramentas no âmbito da defesa comercial", acrescentou. Volkswagen lança novos modelos elétricos a preços concorrer com a China 1 de 8 Volkswagen lança novos modelos elétricos a preços concorrer com a China — Foto: Tobias Schwarz/AFP 2 de 8 Modelos serão vendidos a partir de R$ 159,7 mil — Foto: Tobias Schwarz/AFP X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 A principal montadora europeia revelou seus novos modelos no Salão do Automóvel de Munique (IAA Mobility) — Foto: Tobias Schwarz/AFP 4 de 8 Empresa busca relançar sua indústria, juntamente com concorrentes premium, como BMW e Mercedes — Foto: Tobias Schwarz/AFP X de 8 Publicidade 5 de 8 Quatro modelos das marcas Volkswagen, Cupra e Skoda chegarão ao mercado em 2026, com o objetivo de atingir 20% do mercado europeu de veículos elétricos urbanos — Foto: Tobias Schwarz/AFP 6 de 8 No entanto, será difícil enfrentar a frota de marcas chinesas presentes na Europa com veículos elétricos acessíveis e de alta qualidade — Foto: Tobias Schwarz/AFP X de 8 Publicidade 7 de 8 Volkswagen lança novos modelos elétricos mais baratos para concorrer com a China — Foto: Tobias Schwarz/AFP 8 de 8 Modelos serão vendidos a partir de R$ 159,7 mil — Foto: Tobias Schwarz/AFP X de 8 Publicidade Modelos serão vendidos a partir de R$ 159,7 mil Além disso, os líderes pediram que se assegure de que a UE conta "com todos os instrumentos de que precisa para defender seus interesses e reduzir riscos", disse o funcionário. Embora as capitais da UE concordem em um diagnóstico comum, suas posições divergem quanto à solução, e vários líderes pediram nesta quinta-feira que o diálogo seja uma prioridade. O chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, adotou um tom mais conciliador do que seus colegas antes do jantar: "Precisamos de amigos, de relações equilibradas, precisamos ser pragmáticos e construir pontes, tanto com grandes economias, potenciais aliados, como a China, quanto com aliados tradicionais, como é o caso dos Estados Unidos."
União Europeia vai criar ferramentas para enfrentar onda de exportações da China; entenda
Déficit comercial de bens do bloco de 27 países chegou a cerca de € 360 bilhões no ano passado, o que significa que exportações chinesas superaram amplamente as da UE












