Quatro anos depois de ter que aguentar uma Copa do Mundo com boa parte dos jogos na hora do almoço ou no café da manhã, nada como um Mundial com jogos noturnos para fazer a alegria de donos de bares, boleiros boêmios e cervejeiros de modo geral.
E qual seria a cerveja ideal para tomar na Copa? De supetão, este humilde escriba diria que vale a mesma regra do churrasco: a que der vontade na hora.
No entanto, dá para pensar em algumas homenagens com a Copa se passando nos EUA, país que revolucionou o mercado artesanal nas últimas décadas e criou uma escola própria — tão relevante quanto as tradicionais inglesa, alemã e belga.
Primeiramente, deixe de lado a tal nº 1, mesmo que você ache Carlo Ancelotti uma simpatia no comercial; também não precisa apelar para a marca dita oficial do Mundial — outra que costuma acertar sempre na propaganda.
Uma brincadeira legal é degustar, e por que não, comparar, as famosas IPAs americanas, que diferem muito com lúpulos do lado oeste (West Coast IPA) e do leste (New England IPA).







