Autor do best-seller 'O filho eterno' (2007), escritor será contemplado pelo conjunto da obra 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O escritor Cristóvão Tezza — Foto: Divulgação/Guilherme Pupo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você O escritor catarinense receberá a honraria pelo conjunto de sua obra em julho. A premiação da Academia Brasileira de Letras inclui um valor de R$ 100 mil. Tezza ganhou projeção nacional com o romance autobiográfico "O filho eterno", lançado em 2007. O livro conquistou importantes prêmios e foi traduzido internacionalmente. O Prêmio Machado de Assis é concedido desde 1941. Entre os vencedores recentes estão nomes consagrados como Adélia Prado, Ruy Castro e Rubens Ricupero. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O escritor Cristóvão Tezza é o vencedor do Prêmio Machado de Assis 2026, principal láurea da Academia Brasileira de Letras (ABL). A recompensa, que contempla o conjunto da obra, será entregue no dia 23 de julho na cerimônia de comemoração dos 129 anos da ABL, incluindo um valor de R$ 100 mil. Nascido em Lages (SC) e radicado em Curitiba, Cristóvão Tezza é um dos nomes mais respeitados e premiados da literatura brasileira contemporânea, autor de romances e livros de contos e crônicas. Ex-professor de linguística da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Tezza se notabilizou nacionalmente com o sucesso de "O filho eterno" (2007), obra autobiográfica que narra a relação de um pai com seu filho com síndrome de Down. O livro tornou-se um fenômeno de crítica e público, vencendo os prêmios Jabuti, APCA, São Paulo de Literatura e o Portugal Telecom, além de ter sido traduzido em mais de uma dezena de países. Ao longo de sua carreira, Tezza também se destacou com obras que exploram os dilemas humanos e as complexidades das relacoes sociais, como "O fotógrafo", "A tradutora", "O professor" e "A tirania do amor". Entregue anualmente pela ABL desde 1941, o Prêmio Machado de Assis tem entre seus mais recentes vencedores o diplomata e historiador Rubens Ricupero (2025), a poetisa Adélia Prado (2024), a escritora infanto-juvenil e contista Marina Colasanti (2023) e o jornalista Ruy Castro (2021). Em anos anteriores, o prêmio também celebrou a carreira de autores fundamentais como Ignácio de Loyola Brandão (2016), Rubem Fonseca (2015) e Dalton Trevisan (2014).