“O foco crescente na segurança e na acessibilidade energética alterou o cenário das políticas energéticas em todo o mundo”, afirmou o grupo A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) segue sem prever um pico para a demanda global de petróleo e mantém a expectativa de crescimento robusto do consumo nos próximos anos, à medida que governos dos Estados Unidos, da Europa e de outras regiões buscam equilibrar segurança energética, preços acessíveis e metas climáticas. “O foco crescente na segurança e na acessibilidade energética alterou o cenário das políticas energéticas em todo o mundo”, afirmou a Opep. “Em muitos casos, essas mudanças refletem a reversão, o adiamento ou o cancelamento de metas e compromissos ambiciosos anteriores, que visavam reduzir a demanda por petróleo.” A demanda por petróleo deverá subir para 113,3 milhões de barris por dia em 2030 e para 124,1 milhões de barris por dia em 2050, ante 105,1 milhões de barris em 2025, segundo o relatório anual da Opep com perspectivas para a commodity. O crescimento da demanda global nas próximas décadas será liderado por Ásia, Oriente Médio, África e América Latina, projeta a Opep. A Índia deve acrescentar 8,1 milhões de barris por dia no período de projeção. A Opep avalia ainda que a produção de petróleo não convencional dos EUA já atingiu seu pico e projeta expansão limitada da oferta de produtores rivais, que deverão responder por cerca de metade do crescimento da demanda global nos próximos anos. Por fim, o cartel reiterou a necessidade de mais investimentos no setor de petróleo e estimou que a indústria demandará US$ 17,7 trilhões em aportes até 2050. — Foto: Ronald Zak/AP
Opep mantém projeção de forte demanda por petróleo e não vê pico no horizonte
“O foco crescente na segurança e na acessibilidade energética alterou o cenário das políticas energéticas em todo o mundo”, afirmou o grupo











