Iniciativa foca biomas estratégicos como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga Ideia é priorizar cadeias produtivas que integram geração de renda, conservação ambiental e inclusão — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O Banco do Brasil realiza, nesta semana, em Brasília, a Formação dos Agentes da Sociobioeconomia, reunindo cerca de 140 participantes na agenda que integra crédito, sustentabilidade e desenvolvimento territorial. A ação visa ampliar o acesso a financiamento para até 12 mil famílias, com potencial de viabilizar aproximadamente R$ 420 milhões em novas operações. Segundo o BB, a iniciativa contempla a capacitação de agentes de crédito com atuação em biomas estratégicos como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. O foco está em promover crédito com propósito, direcionado a cadeias produtivas que integram geração de renda, conservação ambiental e inclusão produtiva. A oficina foi criada em parceria com instituições como BID, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Conexsus. O Banco do Brasil ficou com R$ 1,5 bilhão dos recursos no 4º leilão do Eco Invest, que tem foco em projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal. O leilão contém exigência de que ao menos 10% sejam destinados para projetos de sociobioeconomia. “Certamente, vamos aplicar bem mais que isso. Já temos uma carteira de sociobioeconomia de R$ 3 bilhões, com impacto positivo para cerca de 150 mil pessoas, a grande maioria na região amazônica. Esse novo leilão vai nos permitir ampliar bastante nossa carteira de sociobioeconomia”, disse, na ocasião, José Ricardo Sasseron, vice-presidente de governo e sustentabilidade do BB.