Adversário do Brasil nesta sexta-feira (19), o Haiti é um país destroçado, pobre e violento, dominado por gangues, uma provação que tem sido minimamente aliviada pela alegria com a participação na Copa do Mundo.
Os haitianos são apaixonados por futebol, mas sobretudo por craques brasileiros, o que torna o confronto na Filadélfia, inédito em Mundiais, ainda mais histórico para a população.
Clique aqui e entre no grupo Folhastats
Confira o raio-X da seleção brasileira na Copa
"O futebol continua sendo uma das poucas coisas capazes de proporcionar um escape emocional coletivo em meio a tanto cansaço e frustração. Num país feito o nosso, o futebol não é só entretenimento, é quase uma questão de sobrevivência emocional", disse à Folha o jornalista Patrick Saint-Pré, fundador do portal Haiti Climat, especializado em ambiente, e colaborador do jornal "Le Nouvelliste" –o mais influente e antigo do país, com 128 anos.













