Pelas novas regras, pesquisadores, professores e estudantes deverão informar quando e de que forma recorreram à tecnologia em seus trabalhos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fiocruz — Foto: Reprodução A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), da Fiocruz, vai restringir o uso de ferramentas de inteligência artificial em atividades de ensino e pesquisa. Uma portaria que entra em vigor em agosto proíbe que sistemas de IA sejam utilizados para produzir análises, resultados de pesquisas, pareceres ou conteúdos originais no âmbito da instituição. Pelas novas regras, pesquisadores, professores e estudantes deverão informar quando e de que forma recorreram à tecnologia em seus trabalhos, assumindo integralmente a responsabilidade pelo conteúdo apresentado. A medida terá impacto direto nos cursos de pós-graduação. Alunos de mestrado e doutorado passarão a apresentar uma declaração obrigatória sobre o uso — ou não — de inteligência artificial para conseguir agendar exames de qualificação e defesas de dissertação ou tese. Segundo a Fiocruz, a regulamentação busca estabelecer limites para o uso dessas ferramentas sem comprometer a inovação tecnológica e a integridade científica. O descumprimento das normas poderá resultar em advertências, exigência de reescrita dos trabalhos e até desligamento dos programas de pós-graduação.
Fiocruz cria regras para limitar uso de inteligência artificial em pesquisas e pós-graduação
Pelas novas regras, pesquisadores, professores e estudantes deverão informar quando e de que forma recorreram à tecnologia em seus trabalhos








