Aliados afirmam que presidente aguardou melhora nos índices de popularidade para marcar o evento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento — Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 22:39 Lula Anuncia Candidatura à Reeleição em Convenção em Brasília O presidente Lula lançará oficialmente sua candidatura à reeleição em 1º de agosto, em Brasília, durante uma convenção no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Após resistir às pressões para antecipar sua candidatura, Lula esperou a melhora nos índices de aprovação para marcar o evento. Recentes medidas econômicas ajudaram a diminuir a rejeição ao governo, agora quase equilibrada. Até 4 de julho, Lula continuará participando de inaugurações de obras, como permitido pela legislação eleitoral. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Já em modo campanha eleitoral, com uma série de inaugurações pelo país e discursos contra a família Bolsonaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai dar a largada oficial na tentativa de reeleição com a convenção que vai oficializar a sua candidatura ao Planalto pela sétima vez, no dia 1º de agosto. Os detalhes finais serão acertados nos próximos dias com a volta de Lula da França, onde participou da cúpula do G7. Por exigência do presidente, o encontro deve ser realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Lula não queria uma convenção em um hotel de luxo da capital federal. Ao longo dos últimos meses, houve uma divergência no comando da pré-campanha sobre o melhor momento para Lula assumir o papel de candidato. Lideranças petistas queriam que fosse feito um pré-lançamento da candidatura para que o presidente entrasse na disputa eleitoral e iniciasse o embate com o senador e pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. Em 2022, sem cargo público, o petista fez um ato para apresentar a sua chapa com Geraldo Alckmin de vice em maio. Lula, porém, resistiu e fez prevalecer a sua posição de postergar ao máximo o início de sua atuação como candidato. O presidente, dizem aliados, achava que precisa primeiro se empenhar em melhorar os índices de aprovação do governo. Nos últimos meses, o petista recorreu a um pacote de bondades, estimado em R$ 215 bilhões, com anúncios de uma nova versão do programa Desenrola, do fim das taxas das blusinhas, do subsídio para conter a alta do preço dos combustíveis e da abertura de linhas de créditos para entregadores, taxistas e motoristas de aplicativo trocarem de veículos. Pesquisa Quaest divulgada na semana passada mostrou que a melhora nos índices de aprovação do governo, apesar de o saldo ainda ser negativo. Pelo levantamento, 48% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula, enquanto 47% aprovam. A diferença entre os índices de desaprovação e aprovação era de nove pontos em abril. Em maio, caiu para três e, agora, é de um ponto. Lula planeja ainda se dedicar a inaugurações de obras do governo até 4 de julho, data limite imposta pela legislação eleitoral para que ocupantes de cargos públicos que são candidatos participarem desse tipo de evento. De 4 de julho a 1º de agosto, a ideia é que o petista se dedique, nos períodos da noite e nos fins de semana, a atividades relacionadas à campanha, mas realizadas em locais fechados. São previstos para esse período, por exemplo, encontros setoriais.
Já no modo campanha, Lula dará largada oficial da tentativa de reeleição com convenção em 1º de agosto em Brasília
Aliados afirmam que presidente aguardou melhora nos índices de popularidade para marcar o evento








