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Em jeito de homenagem ao historiador italiano que morreu nesta quarta-feira em Bolonha, aos 87 anos, devemos reconhecer que há um “efeito Ginzburg” na historiografia contemporânea, nos seus métodos e nos seus objectos, que tem o nome de microhistória — um nome que funcionou como uma etiqueta e a que o historiador se sentiu na obrigação de colocar algumas reservas para esclarecer o sentido do seu método num pequeno “manifesto” — um manifestino, assim lhe chamou o seu autor — publicado em 1979. A morte de Carlo Ginzburg foi anunciada pela sua filha, Liza Ginzburg, nas redes sociais.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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17 de Junho de 2026










