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A Ordem dos Médicos é taxativa na crítica aos projectos de lei do PSD, CDS-PP e Chega sobre a autodeterminação de género. Criticando “imprecisões conceptuais” e a “imposição de proibições terapêuticas absolutas” que “não reflecte o enquadramento das principais directrizes científicas internacionais”, o parecer técnico-científico enviado ao Parlamento defende que alterações à lei devem “basear-se em evidência científica actualizada”, “respeitar os princípios da leges artis” e “preservar a autonomia técnica do acto médico”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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17 de Junho de 2026






