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As expectativas da Inglaterra num Mundial de futebol são sempre desmesuradamente altas antes de se dar o primeiro pontapé na bola. A geração que se apresenta de quatro em quatro anos é sempre “a melhor de sempre” e que vai fazer com que o futebol “regresse a casa”. Tem sido sempre assim desde 1966, quando a selecção dos “Três Leões” conquistou o seu único título. Pelo contrário, a Croácia entra sempre silenciosa e discreta no Mundial, e, quando damos por ela, já está numa final (2018) ou numa meia-final (2022). Neste sentido, o Inglaterra-Croácia desta quarta-feira, em Arlington, a contar para o Grupo L (21h, SPTV5), pode definir-se desta maneira: o peso das expectativas desmesuradas contra a tranquilidade de quem não tem nada a provar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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17 de Junho de 2026












