O momento da chegada de Trump foi capturado em vídeo e compartilhado por contas ligadas à Casa Branca nas redes sociais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado de líderes europeus no encontro do G7, na França — Foto: Ludovic Marin/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 07:48 Trump se destaca no G7 ao afirmar liderança e apoiar declaração sobre Ucrânia No segundo dia do encontro do G7 na França, Donald Trump chamou a atenção ao afirmar: "Eu sou o chefe" ao chegar para uma sessão de trabalho sobre crescimento econômico. O momento, registrado em vídeo e divulgado pela Casa Branca, ocorreu diante de líderes como Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de sua resistência a formatos multilaterais, Trump sinalizou apoio a uma declaração conjunta sobre a guerra na Ucrânia. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Ao início de uma sessão de trabalho programada para discutir o "relançamento do crescimento econômico equilibrado" durante o encontro do G7 na França, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou aos demais líderes reunidos aos pés dos Alpes franceses que ele "é o chefe", nesta quarta-feira — em um momento em que a participação americana em assuntos europeus e a aliança com aliados ocidentais são motivos de tensões internas no grupo. O momento da chegada de Trump foi capturado em vídeo e compartilhado por contas ligadas à Casa Branca nas redes sociais. A sessão de trabalho estava prestes a começar e outros líderes mundiais já estavam posicionados, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando Trump chegou à sala e disparou: "Eu sou o chefe". A declaração provocou algumas risadas, enquanto o presidente americano se acomodava à direita do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron. Trump o cumprimentou e perguntou se o inglês de Macron estava em dia. Geralmente avesso a formatos multilaterais como o G7, Trump tem feito algumas concessões, tendo inclusive demonstrado concordância em ratificar uma declaração conjunta sobre a sobre guerra na Ucrânia, pedindo maior pressão sobre a Rússia — embora, na véspera, tenha afirmado que a disputa em território europeu não era um assunto americano. (Com AFP)