Empresa japonesa afirma que saída de Hidenori Furuta não está relacionada a violação da lei e diz que ainda não definiu substituto 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente da Fujitsu renuncia após denúncia de 'conduta inapropriada com uma mulher' — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 06:35 Presidente da Fujitsu renuncia após acusação de má conduta Hidenori Furuta, presidente da Fujitsu, renunciou após acusação de "conduta inapropriada com uma mulher". A empresa japonesa afirma que sua saída não está ligada a violações legais e ainda não definiu um substituto. Furuta liderava a Fujitsu desde 2024. A companhia, com sede em Tóquio, é um dos maiores provedores de TI e esteve envolvida em um escândalo no Reino Unido devido a erros de software. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente do grupo japonês de tecnologia Fujitsu, Hidenori Furuta, renunciou ao cargo após uma denúncia de "conduta inapropriada com uma mulher", informou a empresa nesta quarta-feira. Segundo a companhia, a saída passou a valer na terça-feira e ocorreu após a direção tomar conhecimento do caso no início deste mês. Um porta-voz da Fujitsu se recusou a fornecer detalhes sobre o episódio, mas afirmou que a decisão não foi motivada por qualquer violação da lei. A empresa também informou que não há planos imediatos para nomear um substituto. Furuta assumiu a presidência da Fujitsu em 2024, depois de ocupar os cargos de vice-presidente executivo e diretor de tecnologia. Empresa esteve no centro de escândalo no Reino Unido Com sede em Tóquio, a Fujitsu é uma das maiores fornecedoras de serviços de tecnologia da informação (TI) do mundo e mantém ampla atuação na América Latina. Nos últimos anos, a empresa esteve no centro de um escândalo envolvendo agências dos correios britânicos. O caso teve origem em falhas em um software de contabilidade desenvolvido pela companhia, que indicava incorretamente a ausência de recursos nas contas das unidades postais. Como consequência, quase 1.000 subgerentes de agências dos correios — profissionais que operavam os estabelecimentos de forma independente — foram processados injustamente entre 1999 e 2015 pelo serviço postal britânico.