Treinador austríaco afirma que seleções consideradas menores reduziram a distância para as potências e cita surpresas da primeira rodada como prova da competitividade do torneio 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Arnautovic (ao centro) marcou dois gols na vitória da Áustria por 3 a 1 sobre a Jordânia — Foto: Georg Hachmuch/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 05:24 Ralf Rangnick elogia seleções estreantes e apoia Copa com 48 times O técnico da Áustria, Ralf Rangnick, destacou o crescimento das seleções estreantes na Copa do Mundo de 2026, após a vitória suada por 3 a 1 contra a Jordânia. Ele enfatizou que não há mais 'times fáceis' no torneio, elogiando a competitividade das equipes emergentes. Rangnick defendeu a ampliação para 48 equipes, apontando resultados surpreendentes, como o empate de Cabo Verde com a Espanha, como prova do sucesso do novo formato. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A estreia da Áustria na Copa do Mundo de 2026 serviu como alerta para quem ainda acredita que existem adversários fáceis no torneio. Após a vitória por 3 a 1 sobre a estreante Jordânia, decidida apenas nos acréscimos, o técnico Ralf Rangnick aproveitou para elogiar o crescimento das seleções emergentes e defender a ampliação do Mundial para 48 participantes. A equipe austríaca entrou em campo como favorita, mas encontrou mais dificuldades do que o esperado diante dos jordanianos, que disputam sua primeira Copa do Mundo. O resultado só foi sacramentado aos 57 minutos do segundo tempo, quando Marko Arnautovic converteu um pênalti e garantiu a vitória. Após a partida, Rangnick rejeitou a ideia de que a atuação abaixo do esperado tenha sido apenas consequência de uma má jornada de sua equipe. Para ele, o principal motivo foi o desempenho do adversário. — Acho que isso se deve ao adversário. A Jordânia fez um trabalho fantástico durante toda a partida. Esperávamos um rival difícil, mas eles superaram as minhas expectativas. Sei que alguns acreditavam que éramos favoritos, mas definitivamente não éramos — afirmou. A declaração chama atenção porque a Áustria chegou ao Mundial cercada de expectativas após a boa campanha na Eurocopa de 2024, quando foi apontada como uma das seleções mais organizadas do continente. Diante da Jordânia, porém, viu sua defesa ser pressionada em diversos momentos e precisou recorrer à experiência dos reservas para confirmar os três pontos. Mais do que analisar o desempenho austríaco, Rangnick aproveitou a coletiva para destacar aquilo que considera uma das principais marcas desta Copa: a competitividade das seleções que disputam o torneio pela primeira vez ou que tradicionalmente ocupam posições mais baixas no cenário internacional. O treinador citou como exemplos o empate de Cabo Verde diante da Espanha, um dos resultados mais surpreendentes da rodada, a vitória da Austrália sobre a Turquia e a atuação consistente do Haiti contra a Escócia. — Não é tão fácil vencer neste torneio. Temos 48 equipes e não haverá adversários fáceis. As seleções evoluíram muito nos últimos 15 anos. Realmente não existem mais times fáceis — destacou. Rangnick também saiu em defesa da ampliação da Copa do Mundo promovida pela FIFA. Alvo de críticas antes do torneio por supostamente aumentar o número de partidas desequilibradas, o novo formato vem produzindo resultados inesperados logo na primeira rodada. Para o técnico austríaco, a presença de mais países no Mundial não representa apenas um ganho político ou comercial, mas também esportivo. — É uma experiência enriquecedora. Essas seleções mostram que merecem estar aqui — afirmou.
Técnico da Áustria vê fim dos ‘times fáceis’ na Copa e destaca crescimento das seleções estreantes: 'Não éramos favoritos'
Treinador austríaco afirma que seleções consideradas menores reduziram a distância para as potências e cita surpresas da primeira rodada como prova da competitividade do torneio










