PUBLICIDADE Manoel Marins relatou que a memória da filha "vem forte" e que tem enfrentado dias de profunda saudade e melancolia, apesar da proximidade de um ano da tragédia, o amor por Juliana "só aumenta" 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Manoel Marins com a filha: Juliana, de 26 anos, morreu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/06/2026 - 11:43 Pai de Juliana Marins desabafa um ano após tragédia na Indonésia Manoel Marins, pai de Juliana Marins, desabafou nas redes sociais a poucos dias de completar um ano da morte da filha na Indonésia. Juliana, de 26 anos, faleceu após uma queda no Monte Rinjani, enfrentando condições extremas enquanto aguardava resgate. Manoel expressa profunda saudade e um amor crescente, questionando o que é "normal" na dor da perda. O incidente mobilizou resgates e gerou comoção no Brasil. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A cinco dias de completar um ano da morte da publicitária brasileira Juliana Marins, de 26 anos, o pai da jovem, Manoel Marins, fez nesta terça-feira um desabafo emocionado nas redes sociais. Em uma publicação marcada pela saudade da filha, ele relatou estar chorando em casa e afirmou que, apesar da passagem do tempo, o amor por Juliana "só aumenta". Juliana Marins caiu durante uma trilha ao vulcão Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia, a cerca de 300 metros de profundidade, por volta das 4h da manhã do dia 21 de junho de 2025. A encosta tem 3.721 metros de altitude. Condições climáticas adversas dificultaram os resgates por cerca de 85 horas, até que voluntários localizaram o corpo da jovem. Em uma postagem publicada no Instagram, Manoel descreveu um dia chuvoso em Niterói e associou o clima à melancolia que tem sentido desde a morte da filha: "Dia chuvoso em Niterói. Choveu a noite inteira. Dias assim são costumeiramente melancólicos. Estou chorando recolhido num canto da casa, como pouquíssimas vezes faço", escreveu o pai de Juliana. Na sequência, o pai de Juliana falou sobre a intensidade da saudade e da dor que ainda sente quase um ano após a tragédia. "É como se toda a dor que meu corpo resistisse a sentir, desabasse sobre mim agora. A memória da minha Juju vem forte. Apesar dela ter partido há quase um ano, o meu amor por ela só aumenta. Não sei se isso é normal. Mas se não for, sinceramente, isso não me preocupa. Afinal, o que é normal e o que não é quando se trata da dor da perda?", escreveu no post. Em outro trecho, Manoel citou um trecho da canção de Adriana Calcanhoto, "Vambora", relembrando a presença da filha dentro de casa. "Ainda sinto seu perfume pela casa, ainda tenho você na sala, porque meu coração dispara quando sente o seu cheiro. Você bem que podia entrar pela porta agora e fazer a minha vida voltar a ser o que era há um ano atrás", disse na legenda da foto com a filha, no Instagram. Relembre o caso Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. A jovem caiu em uma ribanceira durante uma trilha rumo ao topo da montanha e passou quatro dias presa em uma encosta de difícil acesso, sem água, comida ou abrigo, enquanto aguardava o resgate. Neste período, ela teria sofrido, pelo menos, mais duas quedas depois da primeira. A jovem não resistiu às condições extremas e à demora no socorro. Laudo preliminar divulgado por autoridades da Indonésia apontam que a causa da morte foi trauma no tórax alguns minutos após uma das quedas. O caso mobilizou equipes de resgate, voluntários e autoridades locais, além de gerar grande comoção no Brasil. O corpo da jovem foi retirado do penhasco por socorristas e montanhistas voluntários que participaram da operação. A seguir, veja a cronologia do caso e os detalhes da trajetória da jovem até o trágico desfecho: Sexta-feira, 20 de junho 19h no Rio (6h de sábado na Indonésia) - Juliana Marins sofre a primeira queda durante trilha no Monte Rinjani. Ela é vista em um ponto cerca de 300 metros abaixo da trilha. Três horas depois, turistas fazem imagens da brasileira com um drone. É possível ver que ela está viva e com movimentos.23h40 no Rio (10h40 de sábado na Indonésia) - A Agência Nacional de Busca e Resgate (Basamar) do país asiático informa ter recebido alerta do acidente. Sábado, 21 de junho 17h10 no Rio (4h10 de domingo na Indonésia) - Juliana é avistada, mas devido as condições climáticas não foi possível resgatá-la. A família chegou a ser informada de que os socorristas tinham alcançado a jovem e levado comida e água para ela, mas essa informação foi desmentida. Domingo, 22 de junho Fim da manhã no Rio (noite na Indonésia) - familiares da publicitária informaram que as buscas pela brasileira haviam sido oficialmente suspensas por conta de condições climáticas adversas do local. Segunda-feira, 23 de junho 5h no Rio (16h na Indonésia) - Com uso de drone térmico as equipes conseguiram localizar Juliana, aparentemente deitada e imóvel, a uma distância entre 400 e 500 metros abaixo do ponto da queda. Buscas são interrompidas às dadas as condições climáticas. Terça-feira, 24 de junho 6h no Rio (17h na Indonésia) - O Parque Nacional de Rinjani suspende o acesso de turistas às trilhas do monte para concentrar os esforços no resgate da brasileira.8h no Rio (19h na Indonésia) - Juliana é encontrada pelos socorristas, sem vida, em um ponto 600 metros abaixo do local original da queda na trilha que leva ao cume do vulcão.11h no Rio (22h na Indonésia) - a família publica nota informando a morte de Juliana Marins.
'Você podia entrar pela porta agora e fazer a minha vida voltar a ser o que era há um ano': pai de Juliana Marins desabafa às vésperas de um ano da morte da filha na Indonésia
Manoel Marins relatou que a memória da filha "vem forte" e que tem enfrentado dias de profunda saudade e melancolia, apesar da proximidade de um ano da tragédia, o amor por Juliana "só aumenta"







