O meia Rayan Cherki e o atacante Michael Olise são as apostas da nova geração francesa que busca o terceiro título mundial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Cherki e Olise são os nomes da nova geração da França — Foto: Arte/FRANCK FIFE / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/06/2026 - 14:40 França inicia Copa 2026 com promessas Cherki e Olise em destaque A França estreia na Copa do Mundo de 2026 com destaque para Rayan Cherki e Michael Olise, jovens promessas que prometem levar a seleção a sua terceira final consecutiva. Cherki, do Manchester City, é conhecido por seu drible ágil e finalizações precisas, enquanto Olise, do Bayern de Munique, brilha com dribles e chutes potentes. Ambos representam a diversidade cultural da equipe francesa e são considerados fundamentais para o sucesso da equipe de Didier Deschamps. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Finalista das últimas duas edições da Copa do Mundo, a França, que faz sua estreia no Mundial nesta terça-feira, às 16h, diante do Senegal, já dispunha de uma sobrenatural quantidade de talentos entre seus selecionáveis, numa das raras situações em que uma seleção tem um time reserva tão forte quando o titular. Mas o time de Didier Deschamps ganhou um molho ainda mais especial na edição 2026 da Copa do Mundo. O torneio marca a estreia de dois craques capazes de decidir jogos no um contra um, uma das características mais buscadas no futebol europeu: o meia Rayan Cherki e o atacante Michael Olise. "Molho", uma das gírias atuais das redes atribuídas a quem tem alguma característica de personalidade, estética ou de talento acima da média, é uma boa descrição para a dupla. Habilidosos, donos de personalidades singulares (marrentos, em alguns pontos de vista) e muito confiantes em seus estilos de jogo, Cherki e Olise, de fato, "têm o molho". Olise, de 24 anos, é quem chega à Copa mais em alta, e já com a torcida brasileira na bronca. Após fazer grande temporada no Bayern de Munique, pelo qual foi semifinalista da Champions League e terminou a temporada de clubes com 48 participações (22 gols e 26 assistências) em 52 jogos, o ex-Crystal Palace chegou a ter as redes sociais invadidas por torcedores ao sinalizar não conhecer ou se lembrar de nenhum talento em especial da seleção brasileira em uma dinâmica de conteúdo nas redes do clube alemão. Não foi o primeiro momento controverso do ex-Crystal Palace. Olise não é grande fã de aparições públicas e costuma ser breve em entrevistas. As comemorações de seus gols também não são das mais animadas. Isso, quando acontecem. Companheiros de clube garantem que o jogador é mais aberto longe das câmeras. Michael é um cara introvertido. É um homem de poucas palavras. Mas seus pés falam por ele. Aceitem como ele é, ele nunca vai mudar — comentou o capitão francês Kylian Mbappé, no último final de semana. Em campo, o talento não é nada controverso. Olise tem como ponto forte do seu jogo o drible, mais uma excelente finalização colocada da entrada da área. Apesar de ter números melhores preparando jogadas, coleciona gols em movimentos parecidos: levando da ponta para o meio, se livrando da marcação e acertando quase a "bochecha" da rede. O atacante é um dos exemplos do aspecto multicultural da seleção da França (e de outras equipes europeias), formada por vários filhos de imigrantes. No seu caso, o pai é nigeriano e a mãe, franco-argelina. Olise nasceu na Inglaterra. Criado em Londres, fala mais inglês do que francês. Quis o destino que mais um dos enormes talentos do futebol escolhesse os bleus. Cherki, o jogador de rua Se Olise tem a capacidade de drible aberto e chute colocado, Cherki é um jogador quase complementar. Assistir ao meia do Manchester City jogar faz lembrar da formação do futebol brasileiro, que mistura o futsal com o futebol de campo, como aconteceu com o francês. Cherki tem um extraordinário poder de drible em curto espaço, rápida tomada de decisão e finalização rasteira certeira. Aos 22 anos, o jovem assumiu a camisa 10 dos citizens, vice-campeões da Premier League. Variou em termos de consistência, mas os momentos de brilho já chamam bastante atenção. É um colecionador de belos gols, mas com bom último passe. Na temporada, somou 11 gols e 15 assistências em 52 jogos, ainda mostrando um claro espaço para evoluir. Tem momentos que eu grito com ele (pelo excesso de dribles e plasticidade) e tem momentos que eu quero beijá-lo. Tenho sentimentos ambivalentes — resumiu Pep Guardiola, hoje fora do City, no fim do ano passado, após vitória sobre o Nottingham Forest garantida pelo francês. O técnico também já exaltou seu talento e definiu seu estilo como o de um "jogador de rua". Revelado pelo Lyon-FRA, o meia com ascendência argelina e italiana exala personalidade quando fala do estilo. Fã de Ronaldinho Gaúcho, se descreve como um "jogador das antigas", que quer trazer alegria e felicidade ao campo por meio do futebol bonito. Voltando às gírias das redes, não é apenas um jogador que "tem o molho". É também um "baller", um dono de estilo bonito, à imagem do jogo das ruas. Está no DNA do meu jogo, gosto de belas jogadas, de espetáculo. Quando fico pressionado (pela marcação), consigo ver o que vai acontecer, como se tirasse uma foto do que está acontecendo ao meu redor. E aí, tudo, de repente, fica mais lógico. Não preciso ficar olhando três vezes para trás, olho uma vez e o instinto toma conta — explicou o jogador em entrevista, ainda na época de Lyon.
Copa do Mundo 2026: Conheça a dupla da França que 'tem o molho' e pode levar a seleção à terceira final seguida
O meia Rayan Cherki e o atacante Michael Olise são as apostas da nova geração francesa que busca o terceiro título mundial












