Os contratos futuros do ouro fecharam em alta firme, após o acordo preliminar alcançado entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz. A percepção de redução dos riscos inflacionários globais e de moderação nas expectativas de alta dos juros favoreceu o metal precioso, que não oferece rendimento. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para agosto fechou em alta de 2,66%, a US$ 4.351,6 por onça-troy. O ouro caiu cerca de 17% desde o início do conflito e, na semana passada, atingiu a mínima desde novembro. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que navios já estão atravessando o Estreito de Ormuz, enquanto Estados Unidos e Irã ainda negociam os passos finais de um memorando de entendimento que deve ser assinado na Suíça. O ouro recuou desde o início do conflito, na medida em que a alta da energia elevou a inflação, manteve juros mais altos e reduziu a atratividade do metal, que não rende juros. O ouro, porém, mantém suportes estruturais, diz o IG, em nota. “O dólar permanece sob pressão, os rendimentos reais ainda estão baixos em termos históricos e as compras dos bancos centrais têm sido um suporte consistente”, afirma o IG. “A tese de alta de longo prazo para a negociação de ouro permanece intacta.” — Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg
Ouro sobe com alívio nas expectativas de inflação e juros após acordo entre EUA e Irã
Metal precioso com entrega prevista para agosto fechou em alta de 2,66%, a US$ 4.351,6 por onça-troy












