O deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e irmão do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), publicou uma mensagem em rede social neste fim de semana em que sugeriu um "rompimento geral" com o partido Novo. Na entrevista ao canal "Brasil Paralelo", Zema diz: "Então, eu fiquei indignado e expressei a minha indignação e não mudo em nada. Para mim, quem anda com bandido tem que ser visto com cautela", afirmou. Agora no g1 Ao ser questionado sobre doação de Vorcaro ao Novo, Zema justificou: "Essa doação aconteceu em 2022, foi para o partido Novo que ele doou, num momento em que não havia nenhuma suspeita. E pelo que eu tenho conhecimento, ele doou valores muito maiores para outros partidos. Até devido ao partido Novo ser pequeno, ele acabou doando só R$ 1 milhão. Deveria ter doado mais." Em outro momento da entrevista, Zema reforçou acreditar que Vorcaro deveria ter doado mais ao partido e pontuou que a doação não teve contrapartida do Novo. Em resposta ao vídeo, Eduardo escreveu: "E em 2024 quem sabia quem era Vorcaro? E qual era a contrapartida que o Flávio poderia oferecer em 2024, além de sofrer perseguição?", questionou. "Que postura vagabunda, critica Flávio Bolsonaro penas porque ele queria estar no lugar do Flávio. Por mim rompia geral com o Partido Novo", prosseguiu a mensagem. O deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que possibilidade de encontro com Lula como uma estratégia de Trump — Foto: Jessica Koscielniak/Reuters/BBC Rompimento O atrito aumentou quando Flávio Bolsonaro admitiu que manteve contato com Vorcaro, incluindo encontros após a primeira prisão do empresário. Zema afirmou que integrantes do Novo foram surpreendidos e disse que o partido havia sido “traído”, por não ter sido informado sobre a relação. O caso marcou uma mudança no tom entre os dois e aprofundou o distanciamento político, em meio à disputa por espaço no campo da direita para a eleição presidencial.