Entidade máxima do futebol acompanha repercussão, mas não se posiciona sobre o caso até o momento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Árbitro australiano Shaun Evans é acusado de fazer um gesto associado à simbologia de supremacistas brancos — Foto: Reprodução Segundo o The Athletic, a Fifa tem conhecimento das críticas ao supervisor do VAR, o australiano Shaun Evans, acusado de fazer um gesto associado à simbologia de supremacistas brancos durante a transmissão da goleada da Alemanha por 7 a 1 sobre Curaçao, no último domingo, na Copa do Mundo, no momento em que as câmeras exibiam a sala de vídeo. O veículo também informou que buscou um posicionamento do árbitro por meio da entidade, mas não teve resposta até o momento. O árbitro teria sido flagrado fazendo o gesto no instante em que a transmissão mostrou o estúdio do vídeo. O movimento — em que o polegar e o indicador se encostam enquanto os demais dedos ficam estendidos — é tradicionalmente conhecido como sinal de "OK", mas passou a ser associado, em alguns contextos, a um símbolo de "white power" ( "poder branco" na tradução) ligado a grupos de extrema-direita. A leitura ganhou repercussão internacional após ser associada a casos de grande impacto, como o uso do gesto pelo supremacista branco australiano Brenton Tarrant em 2019, durante audiência em tribunal após o ataque a mesquitas na Nova Zelândia que deixou 50 mortos. A rede antidiscriminação Fare (Futebol Contra o Racismo na Europa) afirmou, em nota, que segundo seus especialistas o gesto "se assemelha claramente a um símbolo de 'OK' invertido", utilizado como representação de "poder branco" em círculos de extrema-direita.
Fifa tem conhecimento das críticas ao supervisor do VAR por gesto associado à simbologia de supremacistas brancos, diz jornal
Entidade máxima do futebol acompanha repercussão, mas não se posiciona sobre o caso até o momento
Supervisor VAR Shaun Evans acusado de fazer gesto de white power durante Copa do Mundo; Fifa sabe do caso mas não se posiciona. Especialistas de rede antidiscriminação confirmaram interpretação como símbolo extremista, escalando pressão por resposta disciplinar da entidade.













