PUBLICIDADE Menores serão proibidos de acessar determinadas plataformas e terão seu tempo diário de uso limitado pelas novas regras, segundo jornal 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Reino Unido vai anunciar proibição de redes sociais para adolescentes — Foto: Freepik RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/06/2026 - 15:00 Reino Unido propõe novas restrições em redes sociais para menores O Reino Unido planeja anunciar novas restrições para redes sociais visando proteger menores de 16 anos, segundo a secretária de Cultura Lisa Nandy. As medidas incluem proibição de acesso a certas plataformas e limitação de tempo de uso diário. A proposta, que reflete um desejo popular de proteger os jovens, segue exemplos de países como Austrália e busca enfrentar conteúdos prejudiciais e cyberbullying. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma proibição no Reino Unido para que menores de 16 anos usem redes sociais, que deve ser anunciada nesta semana, não é uma “solução milagrosa”, mas terá “um papel significativo” na proteção das crianças, afirmou neste domingo à Sky News a secretária de Cultura, Lisa Nandy. O primeiro-ministro Keir Starmer apresentará as restrições após uma consulta pública do governo que, segundo Nandy, mostrou que a “grande maioria” da população deseja a implementação da medida, incluindo “muitos jovens”. Quando a consulta foi lançada, a questão era “como proteger melhor os jovens, e não se isso deveria ser feito”, disse ela. De acordo com o jornal Sunday Times, adolescentes serão proibidos de acessar determinadas plataformas de redes sociais e terão seu tempo diário de uso limitado pelas novas regras. O jornal não informou a origem das informações. Segundo o jornal, as restrições irão além da medida histórica adotada pela Austrália no fim do ano passado, ao atingir tecnologias consideradas prejudiciais às crianças, incluindo chatbots. Na Austrália, a legislação determina que serviços como TikTok, Snapchat, YouTube, Reddit e Instagram impeçam o acesso de menores de 16 anos às suas plataformas, sob pena de multa. Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege? Especialista explica O Sunday Times informou que o Reino Unido pretende elevar para 16 anos a idade mínima para uso dessas mesmas redes sociais e também impor restrições a chatbots com interações românticas. Isso ocorre após diversos processos judiciais envolvendo agentes de inteligência artificial que simulavam relacionamentos e incentivavam crianças ao suicídio. Em entrevista à BBC, Nandy afirmou que não queria antecipar o anúncio do primeiro-ministro, mas disse que a regulação adotada até agora não foi suficiente e que as empresas de tecnologia “já tiveram tempo mais do que suficiente para colocar a casa em ordem”. Ela acrescentou que, se essas empresas não estiverem dispostas a agir, faz sentido que percam o direito de direcionar seus produtos às crianças. — Não acho que o governo deva ser neutro em relação a isso — afirmou. A iniciativa do Reino Unido ocorre em um momento em que autoridades ao redor do mundo enfrentam crescente pressão para criar regras que protejam menores de conteúdos tóxicos e do cyberbullying. Grécia, França, Indonésia e Malásia estão entre os países que propõem ou já implementam restrições semelhantes. O Sunday Times informou que ainda não está claro quando a proibição entrará em vigor nem como será fiscalizada. A secretária de Tecnologia, Liz Kendall, afirmou na semana passada que os ministros também estudam a possibilidade de utilizar ferramentas de verificação de idade introduzidas no Reino Unido no ano passado — originalmente destinadas a restringir o acesso de menores a sites de pornografia — para impedir que crianças utilizem redes sociais. Essas ferramentas geralmente exigem que o usuário comprove sua idade por meio de dados bancários, informações de cartão de crédito ou por uma verificação realizada pela operadora de telefonia móvel.
Reino Unido vai anunciar proibição de redes sociais para adolescentes esta semana, diz secretária de Cultura
Menores serão proibidos de acessar determinadas plataformas e terão seu tempo diário de uso limitado pelas novas regras, segundo jornal











