Delegação africana homenageou o apelido da seleção com ternos e acessórios estampados, após cumprir rígidos protocolos sanitários por causa do surto de ebola no país 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 De volta à Copa após 52 anos, Congo desembarca nos EUA com ternos inspirados em leopardos — Foto: Reprodução/X RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 06:49 Seleção do Congo retorna à Copa do Mundo com trajes de leopardo após 52 anos A Seleção da República Democrática do Congo fez uma entrada marcante na Copa do Mundo de 2026, após 52 anos de ausência, ao desembarcar nos EUA com trajes inspirados em leopardos, símbolo nacional. A chegada em Houston foi após cumprir rígidos protocolos sanitários devido ao ebola. A escolha dos ternos, além de estética, reforça a identidade cultural dos "Leopardos", como é conhecida a seleção. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A República Democrática do Congo ainda nem estreou na Copa do Mundo de 2026, mas já protagonizou uma das chegadas mais marcantes do torneio. De volta ao Mundial após 52 anos de ausência, a seleção africana desembarcou nesta quinta-feira em Houston, nos Estados Unidos, exibindo trajes inspirados no símbolo que acompanha sua identidade esportiva há décadas: o leopardo. Os jogadores e integrantes da comissão técnica chegaram vestidos com ternos personalizados que incorporavam detalhes estampados com pele de leopardo. O visual foi complementado por bolsas e acessórios seguindo o mesmo padrão, em uma homenagem ao animal que dá nome ao apelido da seleção, conhecida internacionalmente como "Os Leopardos". A recepção chamou a atenção de torcedores e curiosos no aeroporto. Alguns fãs aguardavam a chegada da delegação com bandeiras, cartazes e cânticos para celebrar o retorno do país ao principal torneio do futebol mundial. A escolha dos trajes não foi apenas uma questão estética. O leopardo ocupa um papel importante na simbologia nacional da República Democrática do Congo e está presente inclusive em representações oficiais ligadas à história do país. Ao incorporar esse elemento na chegada ao Mundial, a delegação buscou reforçar sua identidade cultural em um dos maiores palcos esportivos do planeta. A viagem aos Estados Unidos, porém, esteve longe de ser simples. Nas últimas semanas, a seleção precisou lidar com exigências sanitárias excepcionais devido ao surto de ebola registrado em território congolês. As autoridades americanas determinaram protocolos específicos para permitir a entrada da delegação no país. Como parte das medidas, jogadores e membros da comissão técnica permaneceram durante 21 dias em uma espécie de bolha sanitária na Bélgica, sob monitoramento constante antes de receberem autorização para seguir viagem rumo à Copa do Mundo..