Arthur de Mello da Silva foi levado para o HerCruz no último dia 1º; polícia investiga 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Arthur de Melo da Silva, de 11 anos, passou mal após comer um pedaço de bolo — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 07:45 Menino de 11 anos morre após comer bolo supostamente envenenado no RJ; polícia investiga caso Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, faleceu após ser internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, após consumir um pedaço de bolo supostamente envenenado. A polícia investiga o caso e o corpo passará por exames no IML. A Secretaria de Saúde lamentou a morte e ofereceu apoio à família. A investigação está a cargo da 64ª DP de São João de Meriti. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O menino Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, morreu na noite desta quinta-feira. Ele estava internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz (HerCruz), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, desde o dia 1º deste mês. Ele passou mal depois de comer um pedaço de bolo que, para parentes, estava envenenado. O corpo da criança passará por exames no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu. Em nota, a Secretaria estadual de Saúde lamentou a morte de Arthur. O órgão destacou que se solidariza com a família e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos. Filho de pais separados, Arthur havia passado o fim de semana com a mãe, Lidiane da Silva, e retornado da escola para casa, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. O caso é investigado por policiais da 64ª DP (São João de Meriti). Arthur ao chegar em casa no último dia 1º de junho — Foto: Reprodução Segundo a mãe, o filho estava bem quando ela o deixou na escola. Imagens de uma câmera de segurança mostram o garoto chegando em casa às 18h23 do dia 1º. Ao voltar para a residência do pai, Ademir Mello, com quem mora, a criança comeu um pedaço de bolo que trouxe em uma mochila. Em seguida, ele adormeceu e pouco depois acordou vomitando. Segundo Ademir, o bolo foi encontrado por sua esposa na mochila de Arthur, em baixo de roupas bem dobradas. O pai citou que o menino não tinha o hábito de dobrar as roupas — assim como Lidiane — e pediu uma investigação rigorosa.