Depois de não ser atendido em sua reivindicação de ocupar uma cadeira fixa no conselho da Liga das Nações, o Brasil entregou um documento à aquela organização renunciando o seu posto atual: o de integrante não permanente.
A atitude brasileira em ter continuado a pleitear uma cadeira fixa, nos últimos meses, havia ajudado a criar um impasse entre os países, inclusive com adiamento de debates.
O delegado do Brasil na Liga, Afrânio de Melo Franco, teria sondado a situação, observado que os acordos já tinham sido feitos e que o ambiente político na Liga continuava contrário à posição defendida pelo país.










