Pesquisa Genial/Quaest mostra redução de brasileiros que se dizem endivdados — Foto: Arquivo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 10/06/2026 - 09:39 Percepção econômica melhora apesar de indicadores negativos, revela pesquisa A percepção do eleitorado brasileiro sobre a economia melhorou, apesar de indicadores econômicos desfavoráveis. Pesquisa Genial/Quaest aponta queda no número de brasileiros muito endividados e aumento daqueles sem dívidas. Além disso, 57% sentiram aumento na renda com a isenção do IR e 71% com o Desenrola. A aprovação de medidas do governo, como redução do preço dos combustíveis, também contribuiu para essa visão mais positiva. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A conjuntura econômica esperada para o Brasil este ano piorou, quando se olha o conjunto dos indicadores. No entanto, na pesquisa Genial/Quaest não houve uma percepção de piora, esse percentual até recuou ligeiramente, de 46% para 44%, o mesmo tanto que o de melhora, que foi de 22% para 20%. Somando todas as pequenas mudanças há uma melhora na percepção do eleitorado sobre a economia. Caiu de 28% para 23% no número de brasileiros que se dizem muito endividados e aumentou de 27% para 30% os que dizem não ter dívidas. Além disso, 57% dos entrevistados disseram ter sentido aumento na renda com a isenção do Imposto de Renda e 71% relatar o mesmo sentimento em relação ao Desenrola. Aumentou, inclusive, o percentual dos entrevistados que relatam ter mais notícias positivas do que negativas sobre o governo 32% para 34%, enquanto caiu de 43% para 40% os que consideram que as más notícias se sobrepõem. A Guerra no Oriente Médio aumentou a inflação e isso é percebido pela população. Por outro lado, mais da metade dos entrevistados (53%) conhece e aprova as medidas adotadas pelo governo para reduzir o preço dos combustíveis. À pesquisa, 45% disseram conhecer e aprovar o fim da chamada "taxa das blusinhas". E apesar da metade dos brasileiros ouvidos pela Genial/Quaest desconhecer os programas Move Brasil e o Brasil contra o Crime Organizado, entre os que conhecem, a maioria aprova, 41% e 39%, respectivamente. Nessa conjuntura é possível supor que não fosse o conflito no Irã, que mais do que os preços pressiona também a manutenção da taxas de juros em patamar elevado, a avaliação econômica e por consequência a do governo estariam ainda melhores.