Os italianos estão fora de mais uma Copa do Mundo. A seleção falhou em conquistar a vaga direta na fase de grupos disputando com Israel, Noruega, Moldávia e Estônia no grupo I das eliminatórias europeias para a Copa 2026. A Itália ficou em segundo lugar, com 18 pontos, atrás da Noruega, com 24 pontos, que goleou os tetra-campeões do mundo nas duas partidas em que se encontraram, por 3x0 e 4x1. Mesmo assim, ainda havia chances de disputar a competição. O segundo colocado do grupo teve direito a disputar a “repescagem”. A Itália passou da Irlanda do Norte, vencendo por 2x0, mas empatou com a Bósnia Herzegovina, indo para a disputa nos pênaltis. O atacante italiano Esposito e o volante Cristante perderam suas cobranças, fechando a conta final em 4x2 para os bósnios. Tetracampeã mundial, bicampeã da Eurocopa e uma das defesas menos vazadas da história das copas, a Itália que se via em edições anteriores da copa do mundo parece ter sumido nos últimos anos. Itália não vai à Copa desde 2014 Isso porque, de fato, a Squadra Azzurra não dá as caras no torneio desde 2014, última edição em que superou a fase eliminatória e conquistou sua vaga entre as 32 competidoras, hoje 48. De 12 anos para cá, os italianos se viram desclassificados da competição antes mesmo do apito inicial soar. Apesar do lampejo de um bom desempenho em 2020, quando foram campeões da Eurocopa em cima da Inglaterra, em 2022, a Itália também foi para a “repescagem” das eliminatórias, falhando já nas semifinais para a Macedônia do Norte. Em 2018, a vaga direta ficou com a Espanha, no grupo G das eliminatórias. Os italianos, se classificaram para a repescagem, mas foram derrotados pela Suécia, por um placar de 1x0. As desclassificações renderam um recorde: é a primeira vez que uma seleção campeã do mundo fica fora de três Copas de forma consecutiva. A última participação em copas também não foi das mais animadoras. A Azzurra caiu na fase de grupos do torneio, com apenas três pontos entre os nove disputados. Venceu a Inglaterra, mas perdeu para Costa Rica e Uruguai, marcando o início de uma crise que, ao que tudo indica, ainda não acabou. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max