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A poucos dias de se iniciar a discussão no Parlamento sobre a criação da anunciada Prestação Social Única (PSU), proposta pelo executivo liderado por Luís Montenegro, três partidos fizeram entrar, na segunda-feira, na Assembleia da República as suas propostas para a fusão das prestações sociais não contributivas num único apoio. Ao contrário da proposta de lei do Governo, tanto o Livre como o Bloco de Esquerda (BE) descartam a cláusula que prevê que os beneficiários daquela prestação tenham de aceitar fazer actividades de solidariedade social e ancoram o valor de referência deste apoio no limiar de pobreza e não no indexante de apoios sociais (IAS, que em 2026 é 537,13 euros​). Já o Chega recomenda à tutela a revisão dos critérios de acesso à prestação e que se comprometa a limitar o apoio a cidadãos estrangeiros.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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10 de Junho de 2026