Os monarcas autocráticos deixaram um eco da sua glória nas ruínas dos megaprojetos que eles dirigiram, no auge do seu poder inquestionável.
Essas pegadas físicas monumentais se encontram nas férteis planícies, encostas montanhosas e desertos do Oriente Médio.
Mas um dos seus homólogos modernos mais importantes talvez acabe deixando apenas uma pegada digital sobre alguns dos seus conceitos mais ambiciosos.
Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman —MBS, como é popularmente conhecido— determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científica. O projeto recebeu o nome de Visão 2030.
Estruturas monolíticas extraordinárias deveriam contribuir para o desenvolvimento de novas maravilhas tecnológicas, não só para o reino saudita, mas para todo o mundo.






