A montadora GWM apresentou nesta terça-feira (9) seu primeiro carro híbrido flex produzido no Brasil, o Haval H6, que estreia com três opções de motorização. É uma mudança de postura: há três anos, os executivos chineses da empresa não estavam dispostos a investir alto em carros capazes de consumir etanol, uma solução ainda restrita ao Brasil.
O acesso a benefícios tributários e o interesse do consumidor pela tecnologia prevaleceram, e o SUV médio é a segunda opção da marca capaz de rodar com o combustível de origem renovável. O primeiro foi o jipão importado Tank 300 (R$ 342 mil).
Com apelo urbano, o Haval H6 híbrido flex parte de R$ 199,9 mil na versão One, um aumento de R$ 900 na comparação com a linha 2026 —que foi apresentada em novembro, no Salão do Automóvel de São Paulo. Ou seja, o veículo que mudou de estilo há apenas sete meses já recebe uma evolução mecânica, para tristeza de quem comprou uma versão "antiga".
A ideia era lançar o carro renovado já com a tecnologia híbrida flex, mas houve um descompasso entre o desenvolvimento e a data prevista para a chegada ao mercado. Para não ficar defasada diante dos concorrentes, a GWM optou por colocar logo a atualização de estilo nas lojas, mesmo que com motor a gasolina.









