Os Estados Unidos têm endurecido fiscalizações e restringido acesso mesmo de pessoas envolvidas com a Copa do Mundo às vésperas do início do torneio. O maior rigor reforça as políticas anti-imigratórias do governo Donald Trump e tem gerado críticas de torcedores.

A Fifa (Federação Internacional de Futebol), organizadora do evento, evita se pronunciar sobre o tema e afirma não se envolver nos processos de imigração dos países-sede. O Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA e o Departamento de Segurança Interna alegam que as decisões são tomadas caso a caso.

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Até agora, os principais atingidos são pessoas ligadas às seleções de Irã, Iraque e Uzbequistão, além de um árbitro da Somália. Alguns desses países figuram entre os alvos das restrições migratórias adotadas pelo governo Trump.

Nesta terça-feira (9), a FFIRI (Federação de Futebol do Irã) disse ter tido sua cota de ingressos revogada poucos dias antes do início da Copa do Mundo. A decisão deixa torcedores iranianos que já haviam feito planos de viagem sem a possibilidade de assistir aos jogos da seleção.