Ex-ajudante de ordens confirmou à Justiça a intenção do ex-presidente de dar um golpe de Estado Mauro Cid ao lado do advogado, Dr. Cezar Roberto Bitencourt, em interrogatório de ação penal da trama golpista — Foto: Ton Molina/STF Faz aniversário hoje, 9 de junho, o interrogatório realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em que o delator e ex-ajudante de ordens Mauro Cid confirmou tudo aquilo que havia dito às autoridades sobre a trama golpista liderada por Jair Bolsonaro e sua "turma". Ao ministro Alexandre de Moraes, Cid afirmou que Bolsonaro editou uma minuta golpista e que também teria interferido em um relatório sobre as urnas eletrônicas. Como se sabe, o texto não se tornou realidade, mas as análises das urnas alimentam teorias conspiratórias até hoje. A história, como se sabe, seguiu seu rumo com os desdobramentos judiciais envolvendo o ex-presidente e outros nomes conhecidos, casos dos generais Augusto Heleno e Walter Braga Netto. Cid, por sua vez, foi condenado a dois anos de prisão. Sua pena vem sendo cumprida em regime aberto, sem a necessidade de monitoramento por tornozeleira eletrônica. Ele também foi reformado pelo Exército.

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