A Apple anunciou nesta segunda-feira (8), durante a WWDC (Worldwide Developers Conference), uma nova leva de recursos de inteligência artificial para seus dispositivos, em uma tentativa de ampliar a presença da tecnologia em seu ecossistema após os atrasos e críticas enfrentados pela primeira geração da Apple Intelligence.

A empresa firmou uma parceria com o Gemini, braço de inteligência artificial do Google, para montar a base do sistema de IA que transforma a Siri em uma assistente mais capaz de executar tarefas e compreender o contexto do usuário.

A ferramenta ganha integração ampliada com aplicativos e poderá acessar informações pessoais armazenadas nos dispositivos e na conta Apple para oferecer respostas mais personalizadas.

Na demonstração, Mike Rockwell, engenheiro da Siri, mostrou que a ferramenta consegue identificar a localização de imagens publicadas em redes sociais, por exemplo, além de ler mensagens por conta própria no celular do usuário para encontrar uma informação específica, como o endereço de um amigo.

O Safari, ferramenta de busca da Apple, também ganhou melhorias. Por exemplo, será possível fazer pesquisas mais amplas, com linguagem cotidiana, e receber resultados personalizados, como acontece no modo IA do Google. Além disso, abas com temas parecidos devem se juntar automaticamente.