É possível morrer de tristeza?
É o que muitos têm se perguntado após a morte, aos 56 anos, de Marjane Satrapi, autora, diretora, ilustradora e ativista franco-iraniana conhecida principalmente pela série de graphic novels Persépolis.
Publicada em 2000, a obra que conquistou o mundo narra a história da jovem Marjane durante e após a Revolução Iraniana, também conhecida como Revolução Islâmica.
Oito anos depois, a adaptação para o cinema, codirigida pela própria Satrapi, foi indicada ao Oscar de Melhor Filme de Animação.
Embora não tenham sido divulgadas oficialmente as causas médicas da morte de Satrapi, familiares e pessoas próximas a atribuíram à "tristeza" que ela sofreu após a perda do marido.











