Seleções se enfrentam em amistoso com encontro de gerações Arthur Elias, treinador da seleção brasileira feminina, com a medalha do Fifa Series — Foto: Lívia Villas Boas/CBF RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 06/06/2026 - 02:29 Brasil e EUA se Reencontram em Amistoso com Novas Promessas no Futebol Brasil e EUA se enfrentam em amistoso neste sábado (6), às 18h30, na Neo Química Arena, sob o comando de Arthur Elias e Emma Hayes, técnicos multicampeões em clubes. Ambos renovaram suas equipes após campanhas decepcionantes na Copa do Mundo de 2023. O Brasil traz jovens talentos como Lorena e Kaylane, enquanto os EUA apostam em Michelle Cooper e Lilly Yohannes. O jogo simboliza uma nova era para as seleções. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O amistoso entre Brasil e Estados Unidos, neste sábado (6), às 18h30, na Neo Quimica Arena, marca o momento mais equilibrado da rivalidade e coloca frente à frente dois treinadores multicampeões pelos clubes que passaram: Arthur Elias, com o Corinthians, e Emma Hayes, com o Chelsea. Além da trajetória semelhante, os comandantes dividiram a missão de renovar suas equipes após campanhas decepcionantes na Copa do Mundo de 2023. Na ocasião, a seleção brasileira, então comandada por Pia Sundhage, caiu na fase de grupos, após um empate sem gols com a Jamaica, que se classificou na segunda colocação. Já a norte-americana, então com Vlatko Andonovski, foi eliminado nas oitavas de final pela Suécia, nos pênaltis. A partir de então, iniciaram um processo de renovação que começou com a troca de treinadores e se estendeu aos gramados, trazendo novos nomes que chegam ao confronto com peso de destaque. Ambas as equipes ainda contam com algumas de suas veteranas, como Marta, Lelê, Bia Zaneratto e Rafaelle, do lado brasileiro, e Lindsey Heaps (antes Lindsey Horan), Emilly Sonnett e Rose Lavelle do norte-americano, que não têm mais a presença das históricas Megan Rapinoe e Alex Morgan, já aposentadas. Marta e Yaya, de 24 anos, comemoram gol decisivo na final da Copa América de 2025 — Foto: Livia Vilas Boas/CBF No caso do Brasil, o passar do tempo trouxe a goleira Lorena, a zagueira Tarciane, e as atacantes Dudinha e Tainá Maranhão, além da caçula Kaylane, de 17 anos. E apesar de um cenário distinto no que diz respeito a investimento e profissionalização (em que estão à frente), as norte-americanas contam com Michelle Cooper, Croix Bethune, Emma Sears, Ally Sentnor e a mais nova do time, Lilly Yohannes, de 18 anos. E nesse caminho, se cruzaram na final das Olimpíadas de Paris, em 2024, quando o ouro ficou com os EUA. Apesar disso, o ciclo é bem sucedido para os dois times, e Arthur Elias reconheceu as semelhanças com Emma Hayes, e traçou os paralelos entre os trabalhos. — Ela é uma baita líder e treinadora, votei nela como a melhor do mundo. Sua capacidade enorme como liderança, gestora de pessoas, como uma treinadora estrategista, que tem impacto onde trabalha. Tem muito essa comparação, a trajetória minha no Corinthians, dela lá no Chelsea, eu concordo, a gente já tinha falado sobre isso, porque a gente veio para um outro cenário, depois ela pega uma seleção que historicamente é muito vencedora, que precisava ter novas formas de jogar e novas jogadoras, ela tem feito isso muito bem, já ganhou um título olímpico em cima de nós, chegamos a uma final depois de muito tempo. Então, acho que assim como todos os clubes, a gente tem sido bastante feliz nas nossas seleções e eu fiquei muito orgulhoso, muito feliz com as palavras dela, por ser quem é e por eu também admirar muito o trabalho dela. Emma Hayes, treinadora dos Estados Unidos — Foto: Reprodução/USWNT
Técnico da seleção feminina, Arthur Elias lidera um Brasil renovado diante dos EUA
Seleções se enfrentam em amistoso com encontro de gerações
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