Agência de Saúde Pública afirma que comportamento dos adultos influencia uso de telas por crianças e recomenda criar ambientes livres de celulares em casa Suécia pede que pais larguem celulares perto dos filhos — Foto: Freepik RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/06/2026 - 06:37 Saúde Pública Sueca Recomenda Uso Consciente de Celulares por Pais A Agência de Saúde Pública da Suécia recomendou que pais guardem seus celulares na presença dos filhos para promover hábitos saudáveis no uso de telas. O comportamento dos adultos influencia diretamente as crianças, que tendem a replicar o uso excessivo de dispositivos. Sugere-se criar ambientes livres de telas em casa, como quartos e mesas de jantar, reforçando que exemplos diários são fundamentais para o desenvolvimento infantil. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Agência de Saúde Pública da Suécia pediu nesta segunda-feira que pais e responsáveis guardem seus telefones celulares quando estiverem com os filhos, como forma de dar exemplo e incentivar hábitos considerados mais saudáveis no uso de telas. "Guarde o telefone quando estiver com seu filho. Use apenas se for necessário ou quando estiverem usando juntos", afirmou a agência em comunicado. O órgão também orientou os adultos a desenvolverem "hábitos saudáveis de uso de telas para vocês mesmos", acrescentando que o comportamento dos pais influencia diretamente os hábitos das crianças. Segundo a agência, estudos mostram que o uso excessivo de telas por parte dos adultos pode afetar negativamente as interações com os filhos. O texto afirma ainda que crianças de pais que utilizam muito celulares e outros dispositivos têm maior probabilidade de desenvolver comportamentos semelhantes. A recomendação inclui a criação de "áreas livres de telas" dentro de casa, seguindo orientações semelhantes às sugeridas para crianças. Entre os exemplos citados estão o quarto e a mesa de jantar. "As crianças não são afetadas apenas pelo que os adultos dizem, mas também pelo que os adultos fazem. As pequenas mudanças na vida cotidiana podem fazer a diferença tanto para as interações no presente, como para os próprios hábitos da criança ao longo do tempo", afirmou Helena Frielingsdorf, psiquiatra da Agência de Saúde Pública da Suécia.