Acordo Mercosul-UE não significa acesso automático ao mercado europeu O exportador brasileiro acordou diante de um risco que ainda pode ser administrado pelo governo, pelo setor produtivo e pela diplomacia comercial. A notícia de que a União Europeia poderia, a partir de setembro, restringir a importação de proteína animal brasileira provocou reação imediata. Agricultura e Itamaraty entraram em campo e, acreditamos, assegurarão que o Brasil seguirá exportando carne para a Europa, demonstrando atendimento às exigências europeias. Contudo, o exportador brasileiro deve ler esse episódio com prudência. A questão não se limita à manutenção das exportações no curto prazo.

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