Autor de “Los héroes numerados”, que trata de Pelé, Garrincha, Rivellino, Romário e Bebeto, diz, no entanto, que o Brasil pode surpreender “O futebol, quando funciona bem, é um espelho aspiracional. Quando funciona mal, é um espelho da fatalidade”, diz Juan Villoro — Foto: Sofía Grivas/Divulgação Às vésperas da Copa do Mundo de 1970, Juan Villoro não dormiu, tamanha era a expectativa de ver Pelé em campo. Em 1986, assistiu incrédulo a Maradona driblar meia dúzia de ingleses e marcar um dos gols mais bonitos da história. Hoje, prestes a acompanhar o terceiro mundial em seu país (e o sexto “in loco”), o autor de “O estádio dos desejos” (ed. Terceiro Nome) diz que o futebol continua a ser uma grande paixão.
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