Cinco agentes da unidade de proteção da realeza perderam acesso a palácios depois de reclamação feita por funcionária do Palácio de Kensington Palácio de Kensington, a 'residência oficial' de Kate Middleton e Príncipe William, na Inglaterra, foi palco de acusações que barraram policiais — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 30/05/2026 - 20:15 Policiais Britânicos Banidos de Residências Reais por Misoginia Cinco policiais da unidade de proteção da família real britânica foram banidos de residências reais após denúncias de comentários misóginos feitos por uma funcionária do Palácio de Kensington. Apesar da investigação da Polícia Metropolitana não abrir processo formal, os policiais foram afastados das funções e enviados para um programa de aprendizado reflexivo. A decisão foi tomada pela administração real, sem envolvimento direto de membros da realeza. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Cinco policiais armados da unidade responsável pela proteção da família real britânica foram proibidos de trabalhar em residências reais após denúncias de comportamento considerado inadequado por uma funcionária do Palácio de Kensington, em Londres. Entre as acusações, está o uso da expressão “pequenos Hitlers” para se referir a integrantes da equipe do palácio. A medida foi adotada pela Casa Real após uma investigação interna da Polícia Metropolitana de Londres (Met), que analisou reclamações sobre comentários feitos entre agosto de 2023 e setembro de 2024. Embora o caso não tenha atingido o nível necessário para abertura de processo disciplinar formal ou investigação criminal, os agentes foram retirados das funções em propriedades reais e tiveram seus credenciais de acesso revogados. Segundo a denúncia, apresentada por uma funcionária do Palácio de Kensington em outubro de 2024, um dos policiais reclamou que o local estava “cheio de pequenos Hitlers” depois de ser orientado a mover equipamentos. Outro teria tentado adicionar a funcionária no Facebook, atitude considerada imprópria pela equipe do palácio. Os policiais pertencem à unidade Royalty and Specialist Protection (RaSP), responsável pela segurança de membros da monarquia britânica. Durante a apuração, eles foram colocados em funções restritas. Ao final do processo, a Met concluiu que a conduta não configurava má conduta disciplinar, mas determinou que os agentes participassem de um programa de “aprendizado reflexivo” para avaliar suas ações e evitar novos episódios. Exposição no Palácio de Buckingham revela fotos inéditas da família real 1 de 8 Rainha Elizabeth II no dia da sua coroação — Foto: Divulgação/Cecil Beaton/Royal Collection 2 de 8 Visitante olha foto da Rainha Elizabeth II com Rei Charles III — Foto: AFP X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 Princesa Elizabeth e a família real, em 1943 — Foto: Divulgação/Cecil Beaton/Royal Collections 4 de 8 Rei Charles III, ainda como príncipe de Gales — Foto: Divulgação/Royal Collection X de 8 Publicidade 5 de 8 Foto da princesa Margaret — Foto: Divulgação/Cecil Beaton /Royal Collection 6 de 8 Foto da rainha Elizabeth II na exposição — Foto: AFP X de 8 Publicidade 7 de 8 Exposição 'Retratos Reais: Um Século de Fotografia' — Foto: AFP 8 de 8 Princesa Margarida — Foto: Divulgação/Snowdon/Royal Collection X de 8 Publicidade Mostra 'Retrato Reais: Um Século de Fotografia' começa nesta sexta-feira e vai até outubro Em nota, a Polícia Metropolitana afirmou que o comportamento relatado ficou abaixo dos padrões esperados para agentes que atuam em funções de proteção. Uma fonte disse ao The Sun que "os comentários dos policiais foram percebidos como misóginos, embora as alegações fossem leves e nenhuma fosse de natureza sexual." Apesar da conclusão da corporação, a Casa Real decidiu impedir que os cinco policiais voltassem a trabalhar em palácios. De acordo com fontes ouvidas pela imprensa britânica, a decisão foi tomada por integrantes da administração real. O príncipe William e a princesa Catherine teriam sido informados sobre o caso, mas não participaram diretamente da determinação. O episódio ocorre em meio a outras controvérsias envolvendo a mesma unidade policial. Recentemente, agentes da RaSP passaram a ser investigados após denúncias de que teriam dormido durante o serviço no Castelo de Windsor. Cerca de 23 profissionais receberam notificações de má conduta, 21 foram colocadas em funções restritas e dois foram removidos de suas atribuições no palácio.