Tudo começou com uma fatura que não fazia sentido.

Não foi uma fatura absurda — foi pior do que isso. Foi uma fatura razoável, de um serviço que eu estava usando corretamente, seguindo a documentação à risca. E ainda assim, no fim do mês, a conta me incomodava.

Eu rodava o Cloudinary num projeto de e-commerce com volume moderado. Nada explosivo: algumas centenas de milhares de imagens, transformações básicas, entrega via CDN. O feijão com arroz. Só que o feijão com arroz do Cloudinary tem uma característica que eu não tinha entendido direito até olhar os números de perto.

A parte que ninguém lê com atenção: banda

O Cloudinary cobra por um sistema de créditos unificados. Um crédito equivale a 1.000 transformações, ou 1 GB de armazenamento, ou 1 GB de banda. Tudo sai do mesmo pote.