A "fábrica do mundo", o país está produzindo de tudo, exceto as pessoas de que precisará para sustentar seu desenvolvimento econômico — Foto: Imagine China/Newscom Há muitos anos parte significativa dos jovens chineses, desiludida com suas perspetivas econômicas, abraçou o “deitadão”, uma rejeição por princípios da competição profissional (a proverbial “corrida dos ratos”). Como atitudes assim não sinalizam nada de bom para o futuro econômico do país, as autoridades chinesas responderam retratando o movimento como um esforço apoiado por forças estrangeiras para minar o avanço nacional e moral.

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