A gestão do governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), prevê arrecadar com a venda da folha de pagamento dos servidores menos do que o estado ofertou ao mercado na licitação anterior, em 2021.

O edital, lançado na última semana, prevê valor mínimo de referência de R$ 2,187 bilhões para a venda da folha de pagamento a uma instituição financeira. O pregão, em formato presencial, está marcado para 19 de junho.

O montante é inferior ao arrecadado em julho de 2021, quando o Itaú venceu a concorrência e desembolsou R$ 3,09 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

Na época, o banco pagou ágio de 18% sobre o valor mínimo, de R$ 2,619 bilhões (também reajustado pelo IPCA) para assumir a operação da folha, até então feita pelo Banco do Brasil.

Mesmo ao considerar apenas os valores mínimos dos dois pregões, há redução de 16,5% entre 2021 e 2026.