Carlo Ancelotti, o conceituado treinador da seleção brasileira, ostenta no dia a dia um semblante sério. Não é muito amigo do sorriso, pelo menos não em público.

Isso mudou brevemente durante a convocação do Brasil para a Copa do Mundo, neste mês. Antes de anunciar os atacantes, afirmou: "Agora vem o bonito". E sorriu de leve, sem mostrar os dentes, prestes a elencar os eleitos para o setor, começando por Endrick e terminando em Vinicius Junior.

Voltando um minuto no tempo, ao elencar os defensores, seriedade total. Compreensível não só com o italiano, poderia ser qualquer um a manter a sisudez, posto que a defesa no futebol não é lugar de brincadeira.

Colunas

Receba no seu email uma seleção de colunas da Folha