Tutora afirma que sofreu reação alérgica e precisou de atendimento médico após veterinária aplicar antibiótico de uso animal em seu braço durante consulta em Vinhedo O caso aconteceu em janeiro de 2024, mas a ação judicial foi protocolada em maio deste ano — Foto: Reprodução/TJ RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/05/2026 - 10:05 Mulher de Vinhedo busca indenização após receber injeção veterinária por engano Uma mulher de Vinhedo, SP, busca indenização de R$ 52 mil após receber, por engano, injeção veterinária destinada à sua cachorra. O incidente ocorreu em janeiro de 2024, quando a veterinária aplicou antibiótico no braço da tutora, resultando em reação alérgica. O caso foi registrado como lesão corporal culposa. A clínica afirma tratar-se de um evento isolado, assistindo a cliente desde o ocorrido. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma mulher entrou na Justiça pedindo R$ 52.357,18 de indenização após receber, por engano, uma injeção veterinária que seria aplicada em sua cachorra durante um atendimento em uma clínica de Vinhedo, no interior de São Paulo. O caso aconteceu em janeiro de 2024, mas a ação judicial foi protocolada em maio deste ano. Segundo a petição, a veterinária responsável pelo procedimento admitiu a falha logo após o acidente. Sobrevivente de naufrágio em Ilhabela grava vídeo no hospital: 'dor no corpo e na garganta'Justiça de SP suspende projeto da 'Times Square' paulistana De acordo com o processo, a tutora levou a cachorra Olívia ao Hospital Veterinário PetSon depois de o animal apresentar fortes dores em uma das patas. Durante o atendimento, a veterinária recomendou a aplicação de medicamentos injetáveis. A cachorra estava no colo da dona no momento do procedimento quando, acidentalmente, o conteúdo da seringa foi aplicado no braço da mulher. Segundo o relato apresentado à Justiça, a profissional informou em seguida que o medicamento era enrofloxacino, um antibiótico de uso veterinário. A tutora afirmou ter sentido dor intensa e ardência imediatamente após a aplicação e procurou atendimento na Santa Casa de Vinhedo, onde recebeu medicação para conter uma reação alérgica. Dias depois, ela também foi atendida no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, realizando exames e seguindo tratamento com antibióticos e corticoides devido a um edema no braço. Caso foi registrado como lesão corporal culposa O episódio também foi registrado na Polícia Civil como lesão corporal culposa, quando não há intenção de causar dano. Conforme o processo, a investigação resultou em um termo circunstanciado, e a veterinária firmou acordo com o Ministério Público com pagamento de um salário mínimo como prestação pecuniária, sem previsão de indenização direta à vítima. Na ação cível, a mulher pede R$ 2.357,18 por despesas médicas, exames e medicamentos, além de R$ 50 mil por danos morais. O advogado da tutora, Flávio Grossi, afirmou que lamenta o episódio e a necessidade de recorrer ao Judiciário para buscar reparação. "As manifestações pertinentes ocorrerão nos autos processuais", declarou ao g1. Em nota enviada ao g1, a defesa do Hospital Veterinário PetSon afirmou que o caso foi “um fato isolado” e que a cliente recebeu assistência desde o primeiro momento. A clínica informou ainda que atua há mais de 13 anos em Vinhedo sem registros semelhantes e disse que não comentará detalhes técnicos ou jurídicos porque ainda não foi formalmente citada no processo.
Mulher pede indenização de R$ 52 mil após receber injeção destinada a cachorro em clínica veterinária de SP
Tutora afirma que sofreu reação alérgica e precisou de atendimento médico após veterinária aplicar antibiótico de uso animal em seu braço durante consulta em Vinhedo
















