Em 1972, quando a CVC foi inaugurada, a pequena agência de viagens do ABC tinha como foco organizar excursões rodoviárias para trabalhadores da região. Ao longo do tempo, tornou-se uma potência em fretamentos aéreos, que chegaram a representar 80% das viagens vendidas.
Hoje, os tempos são outros. Vencedora pela sétima vez na categoria melhor marca de turismo, com 25% das menções nesta edição, a CVC tenta se descolar da antiga imagem e mostra que deixou de ser uma empresa exclusiva do segmento popular.
Fabio Mader, que assumiu a presidência da CVC Corp em janeiro de 2026, conta que pesquisa interna realizada este ano traçou o perfil do atual cliente da CVC Viagens.
"São muitos Brasis. Em São Paulo, por exemplo, os mais jovens costumam resolver suas viagens sozinhos, em aplicativos e sites, desde que sejam destinos fáceis e conhecidos. Quando entram em cena viagens exóticas de longo percurso, com idiomas pouco conhecidos, ou quando filhos pequenos vão junto, esse mesmo jovem recorre à CVC", compara.
A globalização da empresa é um dos focos da nova gestão. Novo braço da companhia, a Conectaas firmou parcerias com grandes operadores de 12 países. O objetivo, diz Mader, é disponibilizar os produtos CVC aos estrangeiros que vêm ao país.














