Com a vantagem de jogar a Copa do Mundo de 2026 em casa, um sorteio favorável na fase de grupos e um elenco repleto de talentos, que muitos apelidaram de 'Geração de Ouro' dos Estados Unidos, o técnico Mauricio Pochettino está incentivando os torcedores a se perguntarem: "Por que não nós?".

Embora essa superpotência global possa ter sido historicamente uma nação de futebol de segunda linha, o esporte experimentou um enorme crescimento desde a última vez que os Estados Unidos sediaram a Copa do Mundo, em 1994.

Jovens americanos agora são figuras-chave em clubes europeus tradicionais, de Christian Pulisic e Weston McKennie nos gigantes da Serie A, Milan e Juventus, ao capitão Tyler Adams no Bournemouth, que garantiu uma classificação histórica para a Liga Europa na temporada recém encerrada da Premier League inglesa.

"Estou aqui porque acredito que podemos vencer", afirmou Pochettino, o técnico argentino que assumiu o comando da seleção dos Estados Unidos no final de 2024.

"Por que não nós? Por que não nós? Por que não nós? Precisamos realmente acreditar que podemos chegar lá", declarou recentemente o ex-técnico do Tottenham, Chelsea e Paris Saint-Germain.