Nova York está imersa no caos. A metrópole é dominada por uma máfia que impõe uma rotina de medo à população. Enquanto a influência desse grupo cresce, a credibilidade do poder público desaba. A corrupção, afinal, é uma realidade nos mais altos escalões da prefeitura. Para piorar, a única pessoa que poderia tirar a cidade desse cenário desapareceu após uma crise existencial.
Em "Spider-Noir", o Homem-Aranha vivido por Nicolas Cage abandonou seu alter-ego para levar uma vida discreta como o melancólico detetive Ben Reilly. A produção que estreia nesta quarta-feira (27) no Prime Video é o retrato de um herói que não quer grandes poderes nem grandes responsabilidades.
A renúncia ao heroísmo é uma postura diferente daquela adotada pelas versões mais conhecidas do personagem. No filme de 2002, estrelado por Tobey Maguire, o jovem Peter Parker recebe de bom grado os poderes adquiridos após ser picado por uma aranha.
Já os Homens-Aranha vividos por Andrew Garfield e Tom Holland nos filmes subsequentes da franquia pareciam mais preocupados em salvar o dia do que em decidir se deveriam ou não usar a máscara de herói.
Dessa vez, porém, as coisas são diferentes. Já no primeiro episódio, vemos um Homem-Aranha atormentado não por inimigos poderosos, mas por traumas do passado.










