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O tribunal de West Kowloon, em Hong Kong, condenou nesta segunda-feira Jimmy Lai, magnata dos media e activista pró-democracia do território semiautónomo chinês, a 20 anos de prisão, pelos crimes de conspiração com forças estrangeiras e publicação de “material sedicioso”, ao abrigo da Lei de Segurança Nacional, imposta em 2020 pelo Governo da República Popular da China.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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27 de Maio de 2026