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António José Seguro está a um mês de entrar em funções na Presidência da República, mas no Governo o quadro já está traçado — e é favorável. A previsibilidade de Seguro face a Marcelo Rebelo de Sousa é vista como um ganho para o executivo e alimenta a expectativa de uma relação institucional estável. A ideia de um Presidente que “não é de facção” e que não está para “fazer fretes a ninguém” é também realçada na cúpula governativa, mesmo quando isso possa representar uma maior exigência para com o executivo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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27 de Maio de 2026